Você é do tipo de pessoa que quando vê um pequeno doce ou uma torta enorme sente compelido a ingerir as guloseimas até o fim, como se tivesse compulsão alimentar?

E, quando em casa sozinho ou em um jantar entre familiares e amigos, o prato cheio e o garfo funcionam em seu raciocínio como ferramentas auxiliares de uma meta a se alcançar?

E, depois de tudo, com os pratos vazios, com a geladeira já vazia, você ainda sente vontade de continuar a comer?

Em outras palavras, por mais que seu estômago esteja preenchido, você segue não só com desejo de comer mais, como de fato segue comendo?

Já parou para pensar que pode ser uma doença, conhecida como compulsão alimentar!

Caso suas respostas para as perguntas anteriores forem positivas, está na hora de um alerta: esses sinais, na verdade sintomas, demonstram que você pode estar com compulsão alimentar.

Dicas Para Controlar a Compulsão Alimentar

O que é compulsão alimentar?

A compulsão alimentar é, antes de tudo, uma doença emocional.

Além de provocar um imenso sofrimento a quem a carrega, preenchendo a psique de seus portadores de culpa e sensação de impotência.

Essa compulsão causa a incapacidade de parar de comer. O que é uma tortura!

É como se o freio, o sensor ou as ligações neurais que acionam a satisfação plena ligada a alimentação estivessem desligados.

A vítima é jogada para a roleta russa da compulsão alimentar em uma espiral interminável e insaciável onde somente a comida pode ser a salvação.

Muitos pacientes também relatam uma sensação de vazio interior imensa.

E só podem ser  preenchida pela comida, causando a perda de interesse em outras atividades da vida cotidiana, todas substituíveis pelas horas de ingestão.

Qual o principal motivo da compulsão alimentar?

Tudo, nesses casos, pode ficar para trás. Família, amores, prazeres, diversões, festividades são pequenos quando comparados com as horas de alimentação.

Evidentemente, os resultados para o corpo são trágicos. 

Sobrepeso, gordura acumulada, entupimento de artérias, problemas cardiovasculares, perda da massa muscular e sedentarismo costumam acompanhar a compulsão alimentar.

Não raro, mediante os resultados físicos, o indivíduo se isola do restante do mundo para se entregar ao universo da compulsão.

Solidão e ansiedade, marcadamente, também acompanham a vítima da compulsão alimentar.

Isolada do mundo e dos afetos, logo se vê tendo como única companhia a comida em excesso.

Não é para menos que muitos pacientes costumam dizer que a comida é sua melhor amiga, a quem recorrem em todos os momentos, difíceis ou não.

Como tratar a compulsão alimentar?

A compulsão alimentar é, portanto, uma doença gerada por aspectos psicológicos.

Ela é perigosa para a saúde e capaz de comprometer as experiências mais valiosas e interessantes que cada pessoa pode ter em sua vida.

Mediante estes aspectos, evidentemente, a melhor recomendação a se dar a quem sofre de compulsão alimentar é procurar um psiquiatra ou psicólogo.

É fundamental que se entenda que as raízes da compulsão alimentar se encontram associadas a traumas, infantis.

Outro motivo é o resultado  de experiências que afetaram o inconsciente de suas vítimas.

Para tal, é fundamental a tomada de decisão em busca de um profissional especialista no tratamento desta doença.

Outros profissionais também são importantes: nutricionistas, fisioterapeutas, professores de educação física também podem ser parceiros na empreitada de superação desta compulsão.

Contudo, não basta que estas pessoas sejam meros profissionais da área.

É preciso que a pessoa tenha profundos conhecimentos em compulsão alimentar.

Com isso, o tratamento será direcionado para dois aspectos relacionados com o paciente, que é o físico e o emocional.

O que causa a compulsão alimentar?

A causa pode variar para que se desenvolva a compulsão alimentar.

Por exemplo, quem realiza dietas de forma inadequada, após fracassar, pode desenvolver essa doença mental.

A situação não para por aí.

Envolve também o lado emocional, em outras pessoas.

Em alguns casos a compulsão alimentar se torna evidente porque o estresse se torna a válvula motora dessa alteração neurológica.

Ela faz com que a pessoa encontre não mais prazer na hora de comer, mas veja no alimento a solução para os problemas cotidianos.

Autoestima também tem muito a ver com a compulsão alimentar.

Quem não se sente satisfeito com o corpo inevitavelmente pode desenvolver perdas de controle alimentar, contribuindo para uma piora no quadro psicológico e físico.

Todas essas problemáticas apontadas anteriormente são consideradas, além de causas, os fatores de risco para desenvolver a compulsão alimentar.

Quais os sintomas da compulsão alimentar?

Pessoas que apresentam compulsão alimentar podem apresentar os mesmos sintomas. Por isso, é sempre bom ficar atento. Alguns desses sintomas são:

  •         Mastigação rápida;
  •         Comer sem sentir fome;
  •         Não parar de comer, mesmo depois de satisfeito;
  •         Sentimento de culpa após comer compulsivamente;
  •         Sensação de impotência mediante o desejo de emagrecer ou se alimentar com qualidade.

Como superar a compulsão alimentar

Em níveis baixos, a melhor maneira de vencer a compulsão alimentar é alimentando-se a cada três horas, diariamente.

Para melhor aproveitar cada momento, a recomendação é criar uma estratégia com apoio de um nutricionista.

Evitar alimentos desnecessários ao organismo também é uma forma de mantê-lo saudável ao longo do dia.

Para tanto, deixar preparados alimentos logo pela manhã evita de se desviar durante as horas que passam.

Combater a ansiedade é outro ponto importante.

Uma melhor maneira de fazer isso é praticando esportes como yoga, pilates e outros exercícios que ajudem a manter o controle emocional.

É importante salientar que o compulsivo por alimentos muitas vezes recorre a eles por estar insatisfeito.

Essa mudança requer um trabalho psicológico profissional que sempre será necessário, à medida que o quadro clínico do paciente assim exigir.

Conhecer a si mesmo, desbravar os traumas sem medo, é, sem dúvida, uma forma segura de superar a compulsão alimentar.

Muito do medo de romper essa relação compulsiva com a comida nasce das dificuldades que existem em emagrecer.

Tradicionalmente, se pensa que só se pode emagrecer com sofrimento, com muito exercício, passando fome e controlando calorias de modo paranoico.

Com estas receitas, naturalmente, parece mais fácil seguir com a compulsão do que de fato superá-la.

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Você pode ainda, ter uma rotina de exercícios suaves sem tomar muitas horas de seu dia.

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